terça-feira, 28 de setembro de 2010

O especial trabalho de Paulo Barja, conheçam...


http://cordeisjoseenses.blogspot.com/

http://cartoesjoseenses.blogspot.com/

http://paulobarja.blogspot.com/

Meus caros, é tanto talento que um blog não deu conta!
Gosto muito deste trabalho, vale a 'pena e o tinteiro' conhecer.

Folclore em Caçapava, conheçam!

Muito interessante! Mais um espaço para conhecermos e saborearmos a cultura popular do nosso Vale do Paraíba.

Evento Literário no Vale Sul

Estive no evento literário realizado no Vale Sul dia 25 de setembro. Passei por lá para adquirir alguns livros e conhecer os escritores pessoalmente. O pessoal estava muito animado.
Foi uma tarde de autógrafo da escritora Valentine Cirano, com o lançamento do livro Chama Imortal.

 Segundo o site de Ednalva da Silva Pereira, estiveram presentes além de Valentine Cirano ,Máh Luporini, Sônia Gabriel, Zenilda Lua e Nilton.
Valentine e Ednalva
Agradeço o convite, os livros já estão na cabeceira.

Paz e bem!
Sônia Gabriel

domingo, 26 de setembro de 2010

Parceria SESC - ECOCULTURA

O Instituto Ecocultura de Educação Patrimonial recebeu do SESC - São José dos Campos convite para uma parceria muito especial. Realizamos um mapeamento para vivência durante o projeto "Ecos da Terra" que aconteceu nesta última semana de setembro. O projeto celebrou o Dia Mundial do Turismo.

Ferramentas do ofício de Escultor.
Foi uma semana de "reflexões sobre os aspectos biológicos e socioculturais que surgem da terra, especialmente na relação do homem com o ambiente, enfatizando a relação entre a diversidade biológica (entendida como diversidade das espécies e ecossistemas) e a diversidade cultural, presente nas tradições e modos de vida das populações locais".
Dentre as atividades propostas pelo SESC, aconteceu a experiência de conhecermos melhor nosso patrimônio humano. Os participantes do seminário visitaram pessoas muito especiais que amam a cidade e são construtores de valores e ações  que engrandecem a comunidade joseense.
Foi uma experiência que agregou muito para todos os envolvidos. Visitantes e anfitriões avaliaram de forma muito positiva e emocionada a iniciativa.

O escultor Tatão explicando sobre seu trabalho no Parque da Cidade. 
A experiência veio ao encontro dos projetos do Ecocultura, aprendemos e crescemos todos.

Dona Lili e seus visitantes, que voltaram apaixonados por ela.
Pércila Márcia
Sônia Gabriel




Artigo comenta nossa pesquisa sobre Eugênia Sereno- Informativo do IEV

Informativo do Instituto de Estudos Valeparaibanos
Agosto/Setembro de 2010

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Escambo 20

Já saiu, e foi no mesmo instante. A professora Roberta é rápida. Fiquei muito contente, não se esqueça de dividir sua leitura conosco.
Paz e bem!
Aguardo o endereço para envio.
Sônia Gabriel

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Escambo 19

Caros amigos, aqui está nosso novo Escambo. Espero que gostem. Ler Eugênia Sereno é uma maravilhosa aventura. Desejo  que quem levar o livro queira dividir comigo sua leitura. Há muito o que se conversar sobre autora e obra! Eugênia Sereno é nosso patrimônio, merece ser lida, apreciada, discutida. Só não merece nosso esquecimento. Aguardo...

Jornal Vale Mais Coluna Olhar do Vale: Milagre de Nossa Senhora dos Pobres

 
(Jornal Vale Mais, 11 de setembro de 2010)


Quando se menciona histórias populares, a maioria das pessoas se lembra de histórias de mistério, assombração, mas há tantas e tão belas histórias de amores encantados que é impossível não contar uma também. Aqui no Vale do Paraíba, na cidade de Lavrinhas, conta-se a seguinte história: entre 1880 e 1887, uma santa esculpida em madeira, a famosa santa do pau oco, aquela que tinha um espaço oco onde se podia guardar desde documentos importantes até contrabandear ouro e era muito comum no Brasil Colônia, apareceu na casa de um colono no bairro da Capela do Jacu. A santa não foi aceita pela Igreja, porque o padre considerou a imagem imperfeita e assim não foi colocada no altar da igreja de Pinheiros, na época, sede do município.


Resolveu-se então erguer uma capela na residência de uma tradicional família local, o Sobradão, e assim a família passou a rezar o terço em louvor da santa.


Pois bem, era costume da época os pais arrumarem os noivos para suas filhas, e foi o que aconteceu com Ana Etelvina. O pai da moça trouxe de Portugal um noivo, porém ela gostava de outro. Mas, mesmo assim, foi tratado o casamento.


Ana Etelvina tinha uma mucama que rezava diariamente por intenção de Nossa Senhora dos Pobres para que fosse desfeito aquele noivado. No dia do enlace, com Ana Etelvina já pronta com a vestimenta de noiva e o noivo esperando no altar com todos os convidados, o pai da noiva entrou no quarto para conduzi-la à igreja e admirou-se com a beleza da filha. A moça então lhe confidenciou que preferia estar morta a realizar aquele casamento. O pai, numa atitude totalmente inesperada, decidiu cancelar o casamento. Dizem que quando ele avisou para todos na igreja a sua decisão, o noivo com vergonha fugiu de lá.


Após alguns anos, Ana Etelvina veio a se casar com aquele do qual gostava, José Avelino da Silveira. O fato foi atribuído à um milagre de Nossa Senhora dos Pobres. Ouviu-se na época que a santa era a autora de vários milagres na região.


Quando o Sobradão foi desmanchado, a imagem foi doada por Sebastião Novaes para a igreja local, em 1980. Foi então que Sônia Regina Bolos, bisneta de Ana Etelvina, encontrou a imagem da santa jogada nos fundos da igreja, fez um pedido à Cúria solicitando a imagem, mas lhe foi negado. Depois de alguns anos, segundo ela, um padre que por lá passou trocou a imagem com ela por dois sacos de cal e uma brocha. Ela então teria doado a imagem para uma prima, dona de uma escola em São Paulo e a tal prima mandou a imagem para a USP, a fim de ser restaurada. Perdeu o contato com esta parenta e nunca mais soube nada da Nossa Senhora dos Pobres.

Sônia Gabriel

sábado, 18 de setembro de 2010

Aguardem...

Nosso próximo Escambo será muito especial. Consegui um exemplar de 'O Pássaro da Escuridão'.
Assim que chegar, viajaremos pelas páginas de Eugênia Sereno.
Sim, viajaremos. Gostaria muito que aquele que ficar com o livro o lesse em parceria comigo. Vamos trocando impressões, quero fazer novamente uma leitura sem compromisso, como foi a primeira que fiz.
Adianto que se você não gosta de densidade, mistérios, se não tem espírito investigativo, se desdenha o inexplicável, nem tenta. Não é leitura por leitura, ela não facilitou nem um pouquinho.

Mas , meus caros, se conseguirem se entregar, se a coruja não os afugentar, se seus olhos forem perspicazes, verão tanto, tanto, que não sairão os mesmos de quando entraram em suas páginas.

Aguardem...

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Flores únicas...

Tenho um carinho muito especial por esta fotografia. Ela foi feita pelo meu filho há alguns anos. Estávamos em Minas Gerais na casa de minha Tia Dórvina, que é a alma de uma de minhas crônicas. A câmera digital era novidade para ele, e tudo lhe despertava a atenção.
Quando estava selecionando as fotos de nossa viagem, deparei-me com esta delicadeza. Questionado sobre o quê o levou a fazer esta imagem, me respondeu do alto de seus sete anos que foi por causa da única flor.
Está chegando a primavera e já foi cantado em prosa valeparaibana que é minha estação preferida. É mesmo!
Aproveitemos cada amanhecer, cada raio de sol, cada gota de chuva, cada seleto aroma de flor, cada cantar de ave livre, cada brisa mansa. Nos preparemos para o amor.
Sejamos portadores de boas notícias, mensageiros de esperança, cheguemos sempre acompanhados de um sorriso, mesmo quando parecer impossível de fazê-lo.
É tempo de nascer, nascer e nascer de novo. Nasça quantas vezes for preciso. Seja precioso para alguém. Seja o ar de alguém. Demonstre afeto e respeito, exercite a consideração. Desafie a falta de perdão. Entenda o diferente, curta o espanto e conte de você com verdade. 
Abra os olhos para todas as flores únicas que encontrar em seu caminho, seja feliz.
Paz e bem!

Final de inverno de 2010.
Sônia Gabriel

Projeto 'Ecos da Terra'


( Matéria sobre o projeto publicada no jornal O Vale de 15 de setembro de 2010)


O SESC de São José dos Campos está desenvolvendo o Projeto 'Ecos da Terra' que culminará com as comemorações e reflexões sobre o Dia Mundial do Turismo em 27 de setembro.
O Instituto Ecocultura de Educação Patrimonial foi convidado para uma parceria muito especial.
Pércila Márcia e eu, mapeamos e listamos uma série de pessoas que se destacam em diversos segmentos em São José dos Campos. Uma tarefa árdua devido riqueza de talentos e almas que a cidade agrega.
As entrevistas que realizamos foram verdadeiras aulas de humanidade, cultura e talentos.
Mais do que apreciar construções, obras de arte, espetáculos, tradições e paisagens, convidamos aos viajantes e amantes de aventura a desvendar pessoas. Patrimônio humano.
Não há cidade sem pessoas. Não há arte, história, cultura e religião sem pessoas.
A alma de qualquer lugar é seu povo.
Pércila e eu há muito idealizamos o projeto São José dos Campos e das Pessoas e esta parceria só veio reforçar que estamos no caminho certo.
Em seu devido tempo partilharemos mais sobre esta parceria com o SESC e este encontro com nossas 'Avis-rara'.

Sônia Gabriel