terça-feira, 23 de novembro de 2010

Vida conosco...

Estamos sempre conosco, nunca escapamos de nós. O papel que podemos escrever e representar para nós mesmos e outrem cansa e trai. Melhor nos conhecermos, assumirmos, respeitarmos e aperfeiçoarmos na arte da humanidade.
Cada segundo gasto na preocupação de ser mais em detrimento de ser melhor será cobrado, as rugas do tempo e a boca seca da amargura não perdoam.
Estamos sempre conosco, assim sendo, nada como dormir sendo ninado pelo silêncio saudável da paz do que estar atormentado pelo medo de se ver.
Neste mundo de aparências, fazendo o bem, somos nosso melhor companheiro.
Que bom estar conosco e bem!

Sônia Gabriel

Mistérios do Vale na Escola

Caros amigos, vejam que bacana a atividade da professora Karine aproveitando as lendas contadas no livro Mistérios do Vale. Eu amei...

MATEMÁTICA E O FOLCLORE
“LENDAS VALEPARAIBANAS”

Professora Responsável: Karine Burgueti
Turmas participantes: 7.ºs anos A e B e 6.º Ano B
EMEF Profa. Mariana Teixeira Cornélio
São José dos Campos/SP


"Nos meses de agosto e setembro, trabalhamos com personagens e histórias de nossa cidade e região para contemplar o Projeto Folclore.

Selecionamos algumas lendas do livro “Mistérios do Vale”, da autora Sônia Gabriel, para serem sorteadas entre os alunos. No total foram 38 lendas, de 35 diferentes cidades do Vale do Paraíba. As histórias foram sorteadas em uma roda de conversa que fizemos para a apresentação da proposta aos alunos, na verdade, com a intenção de contagiá-los com o ótimo material que tínhamos em mãos e a oportunidade de trabalhar algo diferente do que estavam acostumados sobre Folclore. Resultado: Eles adoraram o conteúdo do livro, principalmente as histórias que, nas palavras deles, “deram frio na espinha”. A todo momento perguntavam: “É verdade, professora?”. Foi muito divertido e, com certeza, muito rico este momento de troca de histórias, pois durante os comentários sobre os “Mistérios do Vale”, surgiram muitas outras histórias contadas por eles.
Depois deste primeiro momento, o trabalho consistiu em colocar, na prática, conteúdos matemáticos de geometria que pudessem ser trabalhados com o tema. Os alunos, após terem contato com sua lenda, tiveram que fazer uma ilustração da lenda para a confecção de um quebra-cabeça de formas geométricas planas (quadrado, retângulo, triângulo, trapézio, pentágono, losango, etc). Na sequência, foi confeccionada a embalagem do quebra-cabeça, que deveria conter, além do quebra-cabeça, a lenda e informações como dimensões do quebra-cabeça, quantidade e discriminação das peças e outras informações que julgassem necessárias.



Segue o roteiro de trabalho:

OBS. Todas as orientações foram dadas em sala de aula, no entanto, a execução do trabalho foi, em sua maior parte, extraclasse.

1 – Sorteio das lendas para conhecimento dos alunos;
2 – Solicitei que fizessem a ilustração da lenda lida em meia folha de papel sulfite A4;
3 – Entreguei-lhes papel cartão para que colassem a ilustração. No verso, pedi que riscassem figuras geométricas. Depois de recortar nas marcações, obtiveram as peças do quebra-cabeça;
4 – Solicitei a montagem da embalagem para o quebra-cabeça (Entreguei os moldes da planificação do paralelepípedo e papel cartão para confecção da embalagem). A embalagem deveria trazer informações tais como: número de peças, discriminação das peças (quantos triângulos, quantos retângulos, etc), a ilustração do quebra-cabeça e dimensões. (Aqui a criatividade rolou solta, alguns alunos fizeram código de barras, o símbolo da reciclagem e orientações para que crianças menores de 3 anos não manuseassem o quebra-cabeça por conter peças pequenas);
5 – No interior da embalagem, além do quebra-cabeça, os alunos tiveram que colocar a lenda trabalhada;
6 – Para prestigiar o trabalho, os alunos do 6.º Ano B participaram de uma oficina para montagem dos quebra-cabeças e conhecimento das lendas trabalhadas. Foi muito bom!"



Eu fiquei muito feliz quando a professora Karine me disse que tinha feito esta atividade com os alunos e lhe pedi que me enviasse. Generosa como sempre, ela enviou a atividade completa e disponibiliza para todos.
Obrigada, Karine.
Beijos,
Sônia Gabriel

História Viva de homens e suas obras...

 Imagens de um povo que constrói sua história com ansiedades iguais aos de toda a humanidade.

 Imagens do povo, sim. Por trás de cada placa, de cada construção, está o povo.

 Independentemente do ângulo que se observa, há que apenas se abrir os olhos.

 O povo é onipresente como a Velha Senhora, está sempre.

 É como o rio, onipresente.

 Olhe com atenção, veja o povo que trabalha, preserva sua história com orgulho e caminha para o futuro sem se descuidar do passado.

Eu busquei pelo aprendizado do povo que planta árvores, observa as folhas caírem e recolhem-nas nas manhãs seguintes.

 Povo que guerreia, volta para casa, constrói monumentos para que não se esqueçam dos que lutam, mesmo que nos pareçam apenas que edifiquem os que comandaram.

A beleza pode estar nos detalhes, também.

Veja o povo.

Sônia Gabriel

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Edição 1000 do Jornal de Caçapava!

 Neste sábado, dia 20 de novembro, participei de um momento de muita alegria e confraternização.
Mônica Magna Cardoso, editora do Jornal de Caçapava, comemorou com familiares, companheiros de jornada e amigos, a edição de número 1000 do Jornal de Caçapava.
Como não poderia deixar de ser, a comemoração foi muito especial e de um simbolismo emocionante.
Iniciou-se com uma caminhada saindo da entrada principal da Cidade Simpatia em direção ao Rancho  Canto Verde.
 Mônica (de chapéu) sempre muito atenciosa com todos e com uma energia impressionante.

 Animação nas 'subidinhas'. Adorei as novas amizades. Pessoas felizes e apaixonadas pela homenageada.

Vocês acham que eu iria perder esta foto?

 Chegada cheia de empolgação. Alguém me envia a foto em que eu estou, preciso provar que consegui completar a caminhada!

 A Família Trapo chegou primeiro, de carro, pode?

Um delicioso café estava nos aguardando, por isso a empolgação na chegada, hein!

Estava lindo, o salão repleto de amigos da Mônica. Ela estava radiante. E merece.
Sempre discreta, homenageando primeiro seus familiares e colaboradores.

 O maridão e fã nos relatou toda a aventura desta jornalista, iniciada há 26 anos com o número 01 do Jornal de Caçapava. Falaram ainda amigos, o prefeito da cidade e sua filha Sabrina, todos enaltecendo o caráter ético e profissional de seu trabalho.

 O encontro entre Sônia Gabriel e Mônica Magna Cardoso se deu por conta da Bárbara, qualquer dia contaremos, nós duas, esta história.

 Meu 'Cavalheiro Andante' André adorou o café, o lugar e os bolinhos...
Dona Bárbara tentando se apossar da minha flor.

 E amou os bolinhos, alguém duvida?

E como se tudo já não fosse o bastante, ainda compartilhei de uma adorável manhã com essas feras: Carmem Sílvia Araújo Costa, Darcy Breves e eu.


Mônica, quem agradece pela oportunidade de trabalho, convivência e aprendizado, sou eu!
Parabéns e muitos, muitíssimos jornais a cada novo ano.

Sônia Gabriel

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

3º e 4º Encontros da Oficina Cultural 'Piraquara nas Ondas do Rádio'.

Nossos terceiro e quarto encontros aconteceram  nos sábados, dias 23 e 30 de outubro. Foram dois encontros onde as memórias individuais se cruzaram com o imaginário coletivo.
Explicamos alguns conceitos ligados ao tema Cultura Popular e Memória, reforçando os encontros de até então e foi realizada uma dinâmica, proposta pela Pércila, onde objetos pessoais resgataram memórias.
Maravilhosas as histórias que nossas participantes trouxeram junto aos seus objetos tão queridos e guardados, por décadas, com tanto zelo.
Lembranças familiares permearam os encontros e lições de vida proliferaram.

Muito da história do Bairro Santana foi se descortinando a partir da fala das participantes, lembranças de personagens que figuraram no cotidiano do bairro como Monsenhor Luiz e Maria Peregrina. Histórias de Mula-sem-cabeça, Saci- Pererê e assombrações coloriram as manhãs.
No encerramento, organizamos um café recheado de delícias que lembraram nossas infâncias e juventudes como bolos, biscoito de polvilho, biscoitinhos caseiros e doces.
Agregamos muito, vencemos todos.

O projeto continua, é uma idealização da Associação de Moradores do Jardim Cristina e da Rádio Comunitária São José. Agradecemos a parceria e confiança de Carlos Alberto Fernandes Pinto, o Tiaca, em nosso trabalho, agradecemos também a atenção e disponibilidade da diretora Ordália de Almeida, Escola Estadual Rui Rodrigues Dória e a contribuição competente de Estér Quadros.

Aguardem a terceira etapa das oficinas...


Sônia Gabriel
Pércila Márcia
Instituto Ecocultura de Educação Patrimonial

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Coluna Crônica Jornal de Caçapava: Café com brevidade, receita de hospitalidade.

 (Jornal de Caçapava, 29 de outubro a 04 de novembro de 2010)


Ser cordial e hospitaleiro é típico do brasileiro. Depois de viajar por considerável parte deste país posso afirmar que a generosidade de receber nos pertence culturalmente. Anotações e crônicas de viajantes que passaram por estas terras nos séculos de colônia e império relatam sobre as recepções sempre atenciosas e fartas que lhes ofereciam. Acolhimento e boa educação que permite ao visitante não se sentir demais. Servir bem é uma delicadeza que só os de alma gentil e elevada são capazes.


Não há casa aonde se vá, no Brasil, que não seja oferecido um cafezinho. Café, aliás, é uma bebida que aprecio muito e que nunca aprendi a fazer corretamente. Cada um tem uma receita, mas poucos o preparam de modo a termos o sabor na lembrança. O ideal nem forte, nem fraco é o mais difícil de fazer.


E sobre a arte de receber, minha mãe conta que um fazendeiro muito respeitado em sua região sempre recebia visitas e fazia questão que a esposa, afamada quituteira, preparasse mesas vistosas e generosas para que as visitas comessem e saíssem comentando da fartura e etiqueta que em sua casa imperavam e até levassem consigo um farnel. Toda vez que o homem apontava na curva da estrada, gritava para os funcionários da porteira que avisassem sua esposa pois, estava chegando visita. Os empregados corriam para a porta da cozinha e as cozinheiras já se dispunham para a senhora no preparo dos quitutes.


A casa então se preenchia de perfumes doces, salgados, cítricos e agridoces. Frutas transformavam-se em geleias e compotas. Bolos se agigantavam nos fornos. Pudins, queijadinhas e biscoitos recheavam as mesas postas com toalhas brancas e engomadas.


Quando o fazendeiro chegava à porta da sala, apeava de seu cavalo e subia as escadas com a visita, a governanta já estava na entrada com a lavanda e toalha para que lavassem as mãos e servissem-se à mesa.


Certo dia, o fazendeiro resolvendo algumas questões de terra, mandou chamar o pároco local para servir de testemunha. O padre então passou toda a manhã e tarde na companhia do homem, andando pelas terras e tinha pressa para retornar a cidade e realizar sua missa da noite. Agradecido pela atenção do religioso, o fazendeiro se dispôs a levá-lo até a cidade, mas não sem antes tomar um café. Sabendo do costume da casa com os lanches o padre reforçou que tinha pressa, mas o fazendeiro insistiu por apenas um cafezinho. Chamou a esposa e pediu-lhe que providenciasse um café com brevidade, pensando em apressá-la.


A mulher dirigiu-se para cozinha e os homens iniciaram uma prosa enquanto aguardavam. A prosa alongou-se e nada do café chegar. O padre foi se impacientando e o fazendeiro chamou pela esposa que não apareceu. O homem resolveu ir até a cozinha averiguar a demora do café e o padre acompanhou-o. Chegando ao templo dos temperos e tachos, a cozinha, lá estava a mulher acomodando o coador no mancebo para passar o café, a água fervia ansiosa, enquanto as cozinheiras aguardavam esfriar uma fornada de brevidade que tinha amassado e acabava de despedir-se o forno.


Receita de brevidade


Reserve seis ovos, quatrocentos gramas de açúcar, quinhentos gramas de polvilho doce e uma pitada de sal. Separe as claras e bata em neve, coloque as gemas e bata novamente. O segredo é bater bastante, quanto mais bater mais fofinha e perfumada a brevidade vai ficar. Acrescente o açúcar aos poucos, batendo sempre, coloque a pitada de sal e o polvilho. Sove com vigor. Coloque a massa pronta em forminhas de alumínio ou de papel e leve para assar em forno já aquecido e brando por aproximadamente 10 a 15 minutos. Observe para não queimar.


Sônia Gabriel

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

1ª Jornada das Palavras no Espaço Cultural Flávio Craveiro

 Estivemos, Pércila Márcia e eu, dia 21 de outubro, no EC Flávio Craveiro que organizou a 1ª Jornada das Palavras, foi uma semana de intensa atividade e muito proveitosa para os visitantes. Fomos recebidas e acolhidas por Zacarias que nos mostrou, orgulhoso, o trabalho de sua equipe.


Conversei com os alunos convidados sobre as lendas do Vale do Paraíba e importantes trabalhos que são realizados por pesquisadores, artistas e escritores (como o livro publicado por Maurício Pereira) sobre as manifestações populares de nossa região.

 Foram horas de descontração, lendas, sorrisos, sustos e...

 ... muita atenção. Quem não gosta de escutar lendas?

 Agradecemos o convite do EC Flávio Craveiro, a confiança de seu coordenador, a visita das professoras e dos alunos.

 A oportunidade de divulgação de nosso trabalho no Instituto Ecocultura de Educação Patrimonial.

Na diversidade cultural está o exemplo para a diversidade de ideias, trabalhos e pessoas.
Sempre há lugar para todos.
Exercitemos a convivência com respeito!
Sônia Gabriel

domingo, 24 de outubro de 2010

Coluna Crônica Jornal de Caçapava: Faxina existencial


( Jornal de Caçapava, 22 a 28 de outubro de 2010)

 
Essas linhas são sobre pessoas. Prima matéria essencial para o globo. Imperfeitos sim, mas parte do eco. Pessoas são, enquanto tudo o que produzem, apenas estão. Estou num processo de desapego. Revendo conceitos ligados ao concreto. Nada de hipocrisia, de apologia ao nada. Aconchego e conforto sempre fizeram bem e eu não considero pecado fazer-lhes uso. Revejo a real importância de utilizar meu tempo de existência aos seus cuidados.

Estou tentando ser menos apegada a objetos, matéria simplesmente, por mais importantes que sejam. Não quero ver-me rodeada apenas do que as mãos construíram, mas aproveitar melhor meu tempo com gente. Tenho minhas preciosidades, carregadas de lembranças, memórias de tempos felizes ou nem tanto; cortinas que velam a transparência e os sentidos se encarregam de tornar viáveis ao nosso frágil entendimento de viver. Mas estou aprendendo a não lhes dar maior importância do que merecem. Tenho experimentado. Não que seja simples. Nosso senso de colecionador é forte, impregnado, presunçoso, mas estou sinceramente praticando, interiorizando este conceito. Não quero que nada tenha mais importância do que pessoas em minha vida. Minha veia arquivista tem que sucumbir ao meu vital modo de ser. Talvez seja apenas um regressar ao que já fui.

Nosso trabalho, a maneira como resolvemos sobreviver, tem muito a ver com nossa natureza diante da vida, e acabamos, com o tempo, incorporando características profissionais em nossa existência pessoal. Sinto que preciso adotar alguns cuidados. Não sou apenas professora e pesquisadora, sou uma pessoa. Sou filha, mãe, esposa, cunhada, irmã, prima, sobrinha, tia, sou pessoa minha. Ser proprietária é pouco diante da lista efetiva de uma vida. Somos tanto para tantos e por descuido, não aproveitamos nosso tempo para com.

Tenho feito faxinas que nem poderia imaginar a algum tempo. Nada guardado sem uso. Mais espaço, mais ar para arejar pulmões e espírito. Sempre gostei de espaço, de portas e janelas escancaradas, mesmo no inverno. A claridade ininterruptamente me seduz e sua irmã, a transparência, me conduz. Qualidade e perdição de meu ser.

Desde que estas faxinas se instalaram como hábito, elas têm se alastrado, presentemente invadem minhas ideias, lembranças. Tenho selecionado o que vale permanecer, o que se faz saudável para meu viver, o que irradia felicidade aos que compartilham comigo. A tristeza não me é atraente, não faz parte de mim, tanto que sempre se rendeu, mesmo quando insistia em permanecer.

Arejado o ambiente, as ideias proliferam, o espírito se fortalece, nosso ÍNTIMO se evidencia e, claro, temos que estar prontos para recebê-lo com verdade.

Então, vassoura, rodo, panos, água, água, água...



Sônia Gabriel

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Dia da Poesia - comemoração para o Poeta Moraes

Ciranda da Poesia - Outubro - 2010

O encontro foi muito bacana. Poesia e gente que vale um poema.
 O Poeta estava mais inspirado ainda do que de costume.
 Uma energia de respeito pelas diferenças culturais, pelas diferenças literárias, um espaço para apreciar a literatura e as pessoas.
Algumas fotos sobre alegria e satisfação de ser e fazer bem aos outros. 
 Confraternizar é um dos mais simbólicos gestos do ser humano.
 Ser presente é o melhor dos presentes.
 Amigos se fazem presentes!
  Amigos na luta, no respeito e na verdadeira admiração.
Beleza hereditária.
 
Poesia eterna!
Poesia TERNA.
Paz e bem e muitos aniversários ao Poeta Moraes.

Escambo 22

Nosso ESCAMBO já saiu. Sônya Mello levou a obra de Ludmila Saharovsky , ela ficou tão feliz que me emocionou. Agradeço muito leitora e autora.
Paz e bem!
Sônia Gabriel

Ah! Aguardem o próximo...

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Escambo 21

Enquanto registro nosso novo ESCAMBO, a escuto...

Ludmila Saharovsky é muito especial. Mulher bonita e ciente disso, é sem meios termos, sempre inteira.
Ela e sobre ela, tenho feito muitas leituras. Não é pouco o que tenho aprendido.

Para completar minha alegria sobre suas linhas, recebi um presente muito generoso. Ludmila nos envia seu CD 'TE SEI'. Mais que isso não vou contar... Descubram.
É um precioso ESCAMBO. Já faz algum tempo que ela nos fez esta delicadeza, mas eu aguardei um momento especial para mim, desculpem a malandragem.
Chegou o momento, estou muito feliz com este nosso novo ESCAMBO.
Preparem-se! Se  a alma não está disposta ao amor, se a pele anda esquivando-se do sentir, melhor não se arriscar.


Exercício I

Enquanto você estrutura palavras
Eu invento ideias
Ocupação diária
De plasmar sonhos no papel
E acreditar
Que um poema de amor
Pode reinventar a vida.

Saiba mais sobre a autora: http://ludmilasaharovsky.blogspot.com/