quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Mais imagens do lançamento de "No quintal da Bruxa", Cunha - SP, 12/07/2014.































Gratidão eterna!

Obrigada pelo cuidado e atenção, Diego Amaro, Luiz Henrique, Patrícia Áquila, Eddy Carlos,  Juraci Faria e todos os simposistas.

Paz e bem!



Lançamento de "No quintal da Bruxa", Cunha - SP, 12/07/2014.



Estou muito, muito feliz! (assim mesmo)... Tenho que agradecer muitas vezes aos simposistas, universitários, professores e organizadores do XXVIII Simpósio de História do Vale do Paraíba. Fui tão bem recebida, tão acolhida por vocês que me comoveu. Como não estar bem entre pessoas com uma energia tão produtiva? Foi um momento muito especial para esta aprendiz de escriba. Obrigada a cada um de vocês que confraternizaram comigo mais um trabalho. Me sinto honrada pelo interesse e pelas palavras tão gentis que tiveram para comigo. Sucesso em seus estudos e pesquisas. Estou sempre à disposição dos apaixonados pelo Vale e sua gente. Paz e bem! 



Algumas imagens desse momento tão importante para mim...
























Tem mais imagens...



Obrigada, Ruth Guimarães!


Agradeço a São Miguel Arcanjo (aquele que me deu, de sua estante, tocando fundo em meu coração) o privilégio que me concedeu de estar perto de seu cantinho; o privilégio de ser contemporânea, quase vizinha; o privilégio de conhecer Júnia Botelho; o privilégio dos conselhos, das histórias, dos convites, das puxadas de orelha. O privilégio de poder perguntar, de escarafunchar sua memória; o privilégio das caminhadas e risadas por seu quintal. Obrigada pelos livros, pelo incentivo, por acreditar em mim, pelos abraços longos na chegada e na despedida, por receber minha família. Obrigada por ter mantido as portas sempre abertas para todos nós. 
Obrigada, paz e bem!





Fiandeiras da Palavra e "Ventos Antigos".


Esta declaração de contentamento foi postada em meu Facebook, mas cabe perfeitamente aqui no blog. Tempo de celebrar, tempo de compartilhar alegrias...

Tenho a imensa satisfação de compartilhar com todos vocês que o Grupo Fiandeiras da Palavra, já reconhecido pelo talento e sensibilidade de seus espetáculos, está preparando novo trabalho a partir do livro "Ventos Antigos".
O espetáculo homônimo nos levará por uma viagem às narrativas e sentidos do cotidiano. Um caminhar pela delicadeza dos segundos que constroem nossa existência. 
Enquanto a criatividade das talentosas fiandeiras lapidam "Ventos Antigos", eu os convido a aguardarem comigo...
Paz e bem!

"Ventos Antigos" e "Mistérios do Vale" em São Luiz do Paraitinga - 31/05/2014


'Ventos Antigos' e 'Mistérios do Vale' no pré - Simpósio de História do  IEV, em São Luiz do Paraitinga- SP. Agradeço o convite, e a confiança em meu trabalho, da Kátia Rico.
Paz e bem!
Sônia Gabriel













Mais belas imagens da cidade em: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=721669037896637&set=pcb.721680701228804&type=1&theater



sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Uma história de Vinícius Novaes!


Vinícius, o Tempo lhe ouviu! Obrigada por nos permitir ouvir também.





Ao Tempo
Vinícius Novaes


"Ô, Tempo, não quero tomar aquilo que o senhor tem em abundância. Aliás, posso chamá-lo de você? Sinto-me tão íntimo que fico à vontade para dispensar o senhor. Pode ser? Voltando: eu escrevo para lhe pedir um pouco mais de atenção. Atenção, não – tempo mesmo. Preciso mais de tempo, Tempo. Não sei se é possível. 
Preciso do senhor – desculpe-me, de você – para viver mais. Estou cansado das sensações efêmeras. Sim, estou cansado daquilo que dura pouco. A única coisa que anda durando por aqui é o caos. Minha vida anda ofegante, respirando com pressa. Você deve saber muito bem disso. Não sei há quanto tempo, Tempo, eu vou acordando no pequeno trajeto do elevador até a garagem, penteando os cabelos no espelho do elevador. Não sei há tempo o meu café é tomado em frente ao volante no meio do congestionamento.
Sem tempo minha vida ganha mais saudades. 
Só queria ter tempo para ver o caos pela janela, bem de longe. Queria ter tido tempo para escrever este texto à mão, deitado na minha cama, como fazia com as lições de casa – e não como fiz: escrevendo entre uma ligação e outra, entre um e-mail e outro, tendo ideias entre uma tragada e outra no cigarro nervoso. Só queria ter tempo para sentar de pernas cruzadas e olhar para o nada sem ouvir os minutos me alertarem de que eu preciso subir para continuar aquilo que deixei de lado para viver um pouco.
Ô, Tempo, não quero muito mais do que poder responder uma mensagem sem dizer que estou correndo. Ajude-me a mudar esse texto. Quero poder mastigar a comida aquele tanto de vezes que falam pra gente mastigar. Quero pensar, apenas, no meu presente. E se tiver que pensar no futuro que seja para combinar uma viagem para ver o tempo que você vai me dar. Por favor, Tempo, tire as pilhas do seu relógio. "

 Foto do autor.