quinta-feira, 27 de agosto de 2015

VI Dia Valeparaibano de Contar Histórias - 2015. Uma história de José Antônio Braga Barros...


Braga, tinha que iniciar com você! E que história... Amei...
Amigos, curtamos nosso dia de contar histórias, celebremos esses delicados e especiais momentos que podemos oferecer aos amigos, ao próximo.
Paz e bem!
E um mundo de boas histórias...


"Velório em Minas é um caso sério.Sempre fui conformado com a finitude. Entretanto, cada vez mais percebo a brevidade desse hiato, chamado vida, situado entre o nascer e o morrer. Isso não me perturba. Ao contrário, revigora em mim, os sonhos, as vontades de deixar marcas, a alegria do convívio, “eterno, enquanto dura”, com meus amigos e familiares. O mês de agosto, nada contra os que nasceram neste mês, ou compraram e venderam, casaram e são muitos felizes. No entanto, para evitar dar sorte ao azar, recomenda-se, no oitavo mês do ano, cada um ficar quieto em seu canto, aguardando a primavera chegar. Sei que não foi fácil. Fora os panelaços, fora os diz que diz, a promoção da crise, as denúncias premiadas e os habeas corpus preventivos, coincidentemente, as bruxas estavam soltas. Por aqui, é costume – para anunciar as mortes, os velórios e os horários dos sepultamentos – nos alto falantes da matriz. Tocarem aquela bendita música que deixa todo mundo de orelha em pé, para saber quem foi desta para uma melhor. , E não é que anunciaram, com o patrocínio da funerária que o Carlinhos do Zé Paulino havia falecido. Amigo desde o tempo de criança. Dono de uma risada que enchia o quarteirão. Irreverente. Mordaz em suas críticas, mas amigo de todo mundo. Era daqueles que não perdia a piada. E não mandava recados, falava ele mesmo diretamente, na lata, o seu chiste, acompanhada de sua risada característica, espalhafatosa. Para um casal perguntou primeiro para a mulher: - Quantos filhos você tem? Ela suavemente respondeu: - Dois. Na mesma fração de segundo se vira para o marido e indaga: E você, tem quantos? E já dá aquela risada, maior que a do Jefinho, que apesar da perna amputada, também era dono de uma risada que enchia a praça. De outro sujeito, o Carlinhos, investigou: – Você disse que sua operação de vasectomia tinha sido um sucesso, como é que a sua namorada está grávida? E, sem intervalo já calcou sua risada, deixando o indagado sem resposta. Para a mulher que estava saindo da pedicure foi taxativo: - Para que fazer a unha do pé, se o seu marido já não está olhando nem em sua cara? E não deixando espaço para o desaforo já dava sua gargalhada. Mas, não é que em seu velório - velório em Minas é um caso sério – Na mesma semana, uma moça, de uma hora para outra, partiu, sem nenhum aviso prévio. Cheia de sonhos, de realizações e foi. Pronto. E na dor, na volta do sepultamento, casa cheia de amigos e parentes, naquele silêncio, onde ninguém tem o que falar. Uma amiga, pensa alto: - E não é que o fígado dela estava bom e pode ser transplantado. Vamos tomar uma cerveja em homenagem a ela. E todos abriram a sua latinha de cerveja. Voltando para o caso do Carlinhos, velório é uma das coisas mais democráticas que existe. Entra gente de todas as manifestações políticas e religiosas. Sete e meia da manhã, entra o Quinzinho Feijão, que havia passado quatro meses internado, por causa do alcoolismo. Já chegou bêbado ao velório. Abraçou todo mundo. Homens e mulheres. Uma das irmãs do falecido, para ser agradável perguntou: - Como foi o seu tratamento? Era bom lá? Ele respondeu: - Bom nada! Lá a gente não podia beber... não podia fumar maconha... Teve até um homem que ressuscitou! Todos os presentes em silêncio voltaram o olhar para o Feijãozinho. E a mesma moça retrucou espantada: - Ressuscitou??? - É!, respondeu ele, ressuscitou! Passou uma corda no pescoço e ressuscitou!!! Todos gargalharam em pleno velório do Carlinhos, diante do suicídio do outro! Esta é a minha história desse ano, acontecida no mês de agosto. Tem festa no céu!"


José Antônio Braga Barros


ESCAMBO 114



Saiu nosso ESCAMBO, confiram nos comentários.
É do Lúcio Mauro.
Aguardo o endereço para lhe enviar.
Você vai apreciar a obra e o autor.
Acho que nasce uma amizade, pois são escritores interessantes.

Paz e bem!
Sônia Gabriel

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

ESCAMBO 113





Vejam que lindo presente!
Sílvio Ferreira Leite está doando sua obra Amor e sexo - As expressões do Tantra para nosso ESCAMBO.
Corram, o livro é muito bom!.
Quem leva?

Paz e bem!
Sônia Gabriel

terça-feira, 25 de agosto de 2015

ESCAMBO 112



Saiu nosso ESCAMBO, é do Eddy Carlos.
Confiram nos comentários!
Envia seu endereço (por e-mail) ou mensagem
que envio pelo correio.
Que bom!

Paz e bem!
Sônia Gabriel

ESCAMBO 111





Mais uma doação de Ludmila Saharovsky para nosso ESCAMBO.
Jacareí - Tempo e Memória.
Para os amantes da história e cultura do Vale do Paraíba.

Paz e bem!
Sônia Gabriel

ESCAMBO 110



Saiu nosso ESCAMBO, é da Ana Lygia.
Confiram nos comentários!
Envia seu endereço (por e-mail) ou mensagem
que envio pelo correio.
Que bom!

Paz e bem!
Sônia Gabriel

ESCAMBO 109




Esse ESCAMBO é do livro XV antologia poética - Hélio Pinto Ferreira.
Muita poesia para enfeitar nossa semana.
Quem quer?

Paz e bem!
Sônia Gabriel

ESCAMBO 108



Saiu nosso ESCAMBO, é da Camila Martins.
Confiram nos comentários!
Pode pegar comigo na escola ou enviar seu endereço (por e-mail)
que envio pelo correio.
Que bom!

Paz e bem!
Sônia Gabriel

ESCAMBO 107




Para comemorar nosso Dia Valeparaibano de Contar Histórias, voltamos com o ESCAMBO.
Esquema de sempre, ao primeiro recadinho querendo o livro, uma oportunidade de leitura especial!
Para vocês, Tempo Submerso de Ludmila Saharovsky.
Quem leva?

Paz e bem!
Sônia Gabriel

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Coluna Crônica Jornal de Caçapava: A Lua e o Poeta.



(Jornal de Caçapava, 17 de julho de 2015.)

Estava terminando de fotografar um vasinho improvisado, com cinco flores amarelinhas, quando lembranças vieram precedidas por um sentimento de gratidão. Há algum tempo, não escrevo com tranquilidade dada a correria do trabalho e os constantes estudos, mas quando comecei estas linhas necessitei do tempo mais consistente, pois para viajar por ele não cabem o artificial e as banalidades que insistem em nos tirá-lo. Um tempo proveitoso que ao cabo da missão nos sentimos repletos de satisfação. Nesse espaço de tempo que pertence apenas aos que sabem que é possível viajar por ele, encontrei dois amigos queridos: Lua e Poeta.
Zenilda Lua; muitas vezes já escrevi sobre ela e vocês sabem o quanto a Moça das Saias Coloridas está impregnada em nossas rodas de conversa, saraus e andanças pelo Vale do Paraíba. Lua, como era chamada por seu marido e companheiro de poesia, Réginaldo Poeta, realizou, recentemente, um sarau em homenagem ao nosso querido amigo falecido ano passado. Na ocasião, os amigos se manifestaram, mas eu não consegui; não fui ler, declamar, contar uma das tantas histórias que tivemos tempo de compartilhar graças ao aconchego oferecido pelo casal tão iluminado. Estava emocionada e a ocasião era para alegria e eu sei que poderia silenciar um pouco o ambiente. Lua gosta da alegria e eu compartilho disso.
Ao final do sarau, a mediadora do evento Miriam Cris distribuiu aos convidados as flores que Lua trouxe; é de seu feitio distribuir flores, quantas já me trouxe sempre tão cheia de alegria e bem aventurança. Miriam Cris me entregou as amarelas... Aqui chegamos à fotografia. Minha paixão pela fotografia fez com que eu não resistisse à singeleza da cena. Uma garrafinha de leite de coco, pois o Poeta fez um dos peixes mais saborosos que já experimentei... Na janela da cozinha com um cantinho da cortina de renda, tão nordestina como Lua e seu Poeta, com vistas para a secura desses dias sem chuva manifesto no vidro da janela e, lá fora, o varal com a cobertinha antiga dos remanescentes presentes do casamento há 22 anos...
A foto amadora trouxe-me a antiga morada do casal sempre com as portas escancaradas para os amigos e qualquer solicitante que, claro, se tornaria amigo. Recordei das tantas vezes que o Poeta, entre suas atribuições do trabalho e nos cuidados da família, arrumava tempo para nos ajudar a fazer os convites virtuais, as capas de cordéis, as divulgações dos eventos literários e educacionais. Para o Poeta, poesia era viver entre amigos, compartilhava suas ideias sem receios, se alegrava com o sucesso de todos, divulgava nosso trabalho, presenteava com nossos livros... Já em tratamento e tendo todo o direito do mundo de se reservar e cuidar de si fez convites para o lançamento do meu livro “Ventos Antigos” e, naquele sábado vermelho, lá esteve; presenteou-me com um disco do Lulu Santos, entregue por Lua. Acarinhava-nos e às nossas famílias que se encantavam por ele, pois era evidente que era bom amigo e bom pai de família.

Zenilda Lua, aqui ficam as minhas palavras que não brotaram naquela tarde de sábado, fica também a minha gratidão por ter feito parte dos que entraram pela porta daquela morada onde do encontro entre a Lua e o Poeta nasceu a Brisa. Minha gratidão é um botão entre as tantas flores que já me presenteou com essa generosidade característica dos que têm no olhar a esperança sempre nos consolando. Mais importante que as ideias, que as palavras, que os livros é a poesia da amizade, essa que só nasce onde impera a verdade e o amor. Suas moradas são jardins de poesia.

Paz e bem!

Sônia Gabriel




segunda-feira, 13 de julho de 2015

Semana Literária da AFCLAS em Santos - SP, 2014.


Está faltando tempo para atualizar o blog "Mistérios do Vale" e é uma pena muito grande, pois a maioria dos contatos que me procuram é exatamente por aqui. Mas também significa que os trabalhos estão acontecendo e tomando tempo. Agora, de férias, vou atualizar o espaço e compartilhar com vocês que sempre torcem por mim, me possibilitam o aprendizado da profissão e da vida. Grata sempre.
Ano passado, estive em Santos - SP para uma conversa sobre Eugênia Sereno e o Vale do Paraíba na comemoração dos 28 anos da Academia Feminina de Ciências, Letras e Artes de Santos. O gentil convite veio por indicação de Cláudio de Cápua e a grande escritora Carolina Ramos, vejam a responsabilidade que tive. Um pouco mais sobre o encontro foi publicado na revista Santos: Arte e Cultura, dezembro de 2014 e gentilmente enviada pelo jornalista e escritor Cláudio de Cápua. Muito obrigada pelo convite e atenção, Ana Lúcia de Souza Feijó.
Atenção, gentileza, flores, o mimo de um lanchinho para o retorno, um lindo quadro de presente, a pizza oferecida pelo casal De Cápua adornam a delicadeza de me ouvirem. Foi um privilégio imenso.
Para completar a aceleração do meu coração se sentindo grato, Cíntia Moreira e Flávia D'Ávila foram companheiras impecáveis, me levaram, me acompanharam, me encheram desse sentimento de que realmente podemos compartilhar tudo o que aprendemos. Obrigada, lindas.
Estou sempre à disposição de vocês.
Paz e bem!
Sônia Gabriel






Rumo Santos...









Ana Lúcia Feijó, eu e Carolina Ramos.



Delicadeza da artista plástica Cléo Calixto.






Obrigada pelas imagens, Cíntia e Flávia. É muito bom recordar.





terça-feira, 28 de abril de 2015

Projeto Palavras que moram em nós... no Jornal O Lince.






Palavras que moram em nós...

(Carlos Abranches e Sônia Gabriel. Jornal O Lince, jan/fev 2015)

Foi lançado, recentemente, em São José dos Campos – SP, numa escola da Rede Pública de Ensino do Estado de São Paulo, o livro ‘Palavras que moram em nós’. A obra poética envolvendo educadores e alunos dos Ensinos Fundamental e Médio da E. E. Dr. Rui Rodrigues Dória teve como parceiro e voluntário o escritor e jornalista Carlos Abranches.

O livro ‘ Palavras que moram em nós ’ é o resultado do desdobramento do projeto Almanaque Rui Dória[1], desenvolvido desde 2012 pela Escola Rui Dória. Observando, principalmente, as relações entre pais e filhos, nos momentos dos Conselhos Participativos e nos conflitos ocorridos na escola, optou-se por apresentar aos alunos a oportunidade de terem contato com textos que oportunizassem momentos de reflexão sobre a afetividade no lar. 

A idealização do projeto se construiu tendo como base a obra do escritor e jornalista Carlos Abranches[2], ‘A casa que mora em mim’[3]. O projeto considerou a leitura da obra, encontros com o autor e a produção escrita com foco na memória afetiva concretizada na produção poética. Sonho antigo dos educadores em realizar um projeto literário visando ampliar as possibilidades de leitura e escrita dos alunos, foram consideradas no projeto as habilidades de ler, escrever, reescrever, apreciar poemas, organizar lembranças a partir de relações com seus elos fundamentais e reconhecer suas memórias afetivas como um patrimônio pessoal que poderá alimentar sua existência, significando as ações cotidianas desses alunos.

O projeto interdisciplinar teve nos professores Luiz Vagner Rodrigues Lima, Maria do Amparo Gama da Silva, Ana Marta Terra Cabral, Cristina Arraes da Silva Follmann, Sônia Gabriel, Rita de Cássia do Prado Bonato, Rosângela Rodrigues Dias, Daniela Santos, Rita de Cássia Castilho de Araújo e Maria das Graças Esteves de Souza facilitadores para as estratégias traçadas visando ampliar as possibilidades de produção textual de acordo com as questões mais pertinentes a cada faixa etária: 6º ano – Linha do tempo: a relação do aluno com sua trajetória em família e o apego a sua casa como espaço coletivo (sugestões: História, Português, Matemática, Geografia...); 7º ano – Comunidade familiar e escolar: a relação do aluno com a família e a escola, considerando o apego a sua casa e a sua escola como espaços coletivos (sugestões: História, Português, Matemática, Geografia...); 8º e 9º anos - Transformações físicas e afetivas: a relação do aluno com suas mudanças fisiológicas e afetivas contrapondo sua individualidade ao seu ambiente familiar, em busca de um espaço privado (sugestões: História, Português, Matemática, Geografia, Ciências...); 1º ao 3º anos – A memória afetiva como patrimônio pessoal na formação da identidade do aluno. A importância das lembranças do aluno na formação de sua identidade, considerando a relação com a família e as reminiscências das casas ou casa que habitou como tesouro pessoal.

Todos os educadores de todas as turmas da escola foram convidados a participarem do processo e a produção textual foi maior que a esperada, numa prazerosa surpresa. Foi realizada uma seleção que resultou em 28 poemas englobando as questões pessoais e significativas de alunos ente 11 e 18 anos de idade. Para chegar ao excelente resultado, foram realizados, além do trabalho didático em sala de aula, encontros com o autor Carlos Abranches. Nessas oportunidades, ele apresentou sua trajetória de escritor e sua história de vida considerando suas memórias particulares da infância, que são o norte do seu livro. Esses momentos à disposição dos nossos alunos e professores foram uma singular oportunidade de fortalecimento da conexão leitor–autor–obra, e que também trouxeram à tona a oportunidade dos alunos vivenciarem suas questões, suas dúvidas e seus talentos expressos nos poemas que produziram.

Com apoio da equipe gestora, por meio de recursos do PRODESC[4], a escola[5] publicou o livro ‘Palavras que moram em nós’, com prefácio de Carlos Abranches. Esta foi uma oportunidade ímpar para os alunos que tiveram seus poemas selecionados. Oportunidade de se reconhecerem como autores, de vislumbrarem seus talentos e acalentarem sonhos que podem se realizar através dos estudos e vivências semelhantes. A obra é o reconhecimento do trabalho e comprometimento dos profissionais envolvidos no projeto. 


Carlos Abranches
Sônia Gabriel



Casa ou Lar?

Tem diferença
Entre lar e casa?
Talvez tivesse.
O afeto que dirá!

Mas lar precisa ser casa?
Não! Eu não acho!
Lar pode ser praça,
Pode ser rua
E até mesmo calçada,
Qualquer beira de estrada.

Lar é lugar,
Lugar de afeto,
Lugar de amor,
Lugar de aconchego.

Qualquer lugar
Que faz sorrir,
Que se pode amar,
Certamente é um lar.

Basta se sentir bem
Lembrando-se de alguém,
Solitário ou não,
Pode ser lar também.

Tudo está bem claro:
O lar é o mundo!
E a alegria da vida...
A busca pela paz.
O desejo de ser feliz.

Ana Clara Braga Gonzaga, 14 anos, 9º A



[1] Almanaque Rui Dória é uma publicação que compartilhou, em 2012 e 2013, as práticas pedagógicas desenvolvidas pelos professores da unidade escolar, além de registrar a história da escola e curiosidades do cotidiano de professores e alunos. 

[2] Carlos Abranches é jornalista de formação, mas estudou também Filosofia e Música, tudo pra melhorar seu olhar e sentimento para com a vida. Traduziu em livros algumas de suas reflexões. Três deles são de poesia. O último - "A Casa que mora em mim" - é um relato das vivências na pequena casa da infância, vivida no Mato Grosso do Sul, terra de sua mãe. Nos últimos vinte anos, Abranches vem trabalhando com televisão na região do Vale do Paraíba. 

[3] O livro ‘A casa que mora em mim’, do jornalista e escritor Carlos Abranches foi publicado pela Editora Somos, São José dos Campos – SP, em 2014. 


[5] A Escola Rui Dória, como é conhecida na Zona Norte de São José dos Campos – SP é um patrimônio que abraça gerações de alunos e conserva em sua trajetória elementos afetivos que se perpetuam na memória coletiva da região. A Escola tem sua construção ligada à história religiosa de Santana. Inicialmente denominada Escola Paroquial Olivo Gomes, foi idealizada a partir das necessidades dos trabalhadores da região, observadas por Monsenhor Luiz Cavalheiro, personalidade influente na política e sociedade joseense, durante a segunda metade do século XX. A partir da década de 1980, foi adquirida pelo governo do estado de São Paulo e passou a ter a denominação atual.